FUNCIONAMENTO DA INJEÇÃO ELETRÔNICA
Aos poucos, os sistemas de injeção eletrônica de
combustível vão substituindo os carburadores e hoje já são uma realidade
até mesmo nos "Populares". Essa nova tecnologia, "assusta" ainda muitos
motoristas e até alguns mecânicos, que ficam literalmente "perdidos"
quando uma luz-espia se acende no painel, o motor teima em não pegar ou o
carro passa a apresentar perda de potência e alto consumo de
combustível. Apesar de ser um conjunto complexo e exigir equipamentos
especiais para diagnóstico, ás vezes é possível localizar o componente
avariado quando o sistema de injeção (que controla também a alimentação e
ignição) falha ou entra em pane. Em alguns casos, é possível até
resolver o problema, se não for complicado.
O primeiro passo é entender o funcionamento da injeção
eletrônica. Basicamente, sua função é a mesma do carburador; fazer a
mistura ar/combustível na dosagem correta e pulveriza-la via coletor de
admissão dentro da câmara de combustão. A diferença é que na injeção
praticamente tudo é controlado eletronicamente, através de um
microprocessador, o "cérebro" do sistema, o módulo de comando central ou
centralina e um chip semelhante ao de um computador, além de vários
sensores e componentes eletro-eletrônicos, como a agulha
eletro-magnética da marcha lenta.
Parte das panes ou falhas que freqüentemente ocorrem nos sistemas de
injeção está relacionada a três fatores: mau funcionamento de algum dos
sensores, que deixam de enviar informações ao comando central,
prejudicando seu funcionamento, terminais e conectores soltos ou
oxidados, linha de combustível ou bicos injetores entupidos, com pressão
ou vazão reduzidas.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Etios brasileiro é revelado no Japão
A Toyota acaba de revelar no Japão os traços definitivos do seu compacto para o mercado brasileiro, o Etios, em versões hatchback e três volumes. Apesar de desenvolvidas simultaneamente com os carros indianos vendidos com o mesmo nome, os veículos avaliados por QUATRO RODAS têm motorização diferente e um estilo mais sólido do que o modelo indiano, revelado em nossas páginas no ano passado. Confira uma prévia do Impressões ao Dirigir que você poderá ler na edição de julho.
ESTILO
Os carros que serão produzidos em Sorocaba conservam os mesmos traços dos similares indianos e também as dimensões de 3,78 metros de comprimento e 2,46 metros de entreeixos. Seguindo uma filosofia que a Toyota chama de "simplicidade ousada", o design é enxuto, sem linhas excessivas. Mas, em relação aos Etios indianos os dois modelos brasileiros foram repaginados para um consumidor mais exigente. Os bancos são mais espessos, com apoios para a cabeça separados no banco de trás, plásticos de melhor qualidade no interior e um isolamento de ruídos bem mais caprichado.
MOTOR
Na versão hatchback, haverá motores 1.3 e 1.5, ambos com 16 válvulas. Na com quatro portas, apenas a versão mais possante. Por uma questão de estratégia, a Toyota não divulgou a potência e nem o toque de nenhuma das duas. Segundo Akio Nishimura, chefe de projeto, nas configurações brasileiras, o Etios hatch 1.3 acelera de 0 a 100 km/h em 11,9 (com álcool no tanque), 12,5 km/h, com gasolina. O câmbio tem cinco marchas.
EQUIPAMENTOS
Os Etios têm bancos de tecido reguláveis manualmente, ar-condicionado regulável, rádio com CD-Player e entrada USB. Todas as versões têm freios com ABSe airbag duplo. O hatch sai de fábrica com aerofólio traseiro de série. No similar indiano esta peça é um acessório à parte.
PREÇO
Ainda não foi divulgado. Os executivos da Toyota prometem preços "competitivos" para encarar Gol e Palio na versão hatch, e Voyage e Logan no caso do sedã. A meta é vender 70 mil Etios no Brasil nos primeiros doze meses de produção.
MOTOR
Na versão hatchback, haverá motores 1.3 e 1.5, ambos com 16 válvulas. Na com quatro portas, apenas a versão mais possante. Por uma questão de estratégia, a Toyota não divulgou a potência e nem o toque de nenhuma das duas. Segundo Akio Nishimura, chefe de projeto, nas configurações brasileiras, o Etios hatch 1.3 acelera de 0 a 100 km/h em 11,9 (com álcool no tanque), 12,5 km/h, com gasolina. O câmbio tem cinco marchas.
EQUIPAMENTOS
Os Etios têm bancos de tecido reguláveis manualmente, ar-condicionado regulável, rádio com CD-Player e entrada USB. Todas as versões têm freios com ABSe airbag duplo. O hatch sai de fábrica com aerofólio traseiro de série. No similar indiano esta peça é um acessório à parte.
PREÇO
Ainda não foi divulgado. Os executivos da Toyota prometem preços "competitivos" para encarar Gol e Palio na versão hatch, e Voyage e Logan no caso do sedã. A meta é vender 70 mil Etios no Brasil nos primeiros doze meses de produção.
VOCÊ SABIA?
Você sabia que...
Andar com os vidros abertos faz o carro consumir 16% a mais de combustível. Com o bagageiro lotado o veículo também passa a consumir 28% a mais e freios desregulados 14%.
A gasolina foi utilizada pela primeira vez como combustível para carros em 1884.
A primeira lei para limitar a poluição causada por automóveis foi aprovada na Califórnia em 1959.
Em 1920 foi instalado o primeiro rádio em um automóvel.
O ciclo de vida de um automóvel é de cerca de seis anos? Nesse período, a maioria da indústrias faz alterações nos modelos ou criam novas versões. Primeiro, mudam pelo menos as cores, depois de dois anos, os tecidos, as rodas e o volante. Entre três e quatro anos recria-se o design do carro, e dois ou três anos depois é lançado um novo automóvel para substituir aquele que sai de linha.
Não é necessário carregar com você todos os documentos do seu automóvel? O Departamento Estadual de Trânsito e a Polícia Rodoviária só exigem o certificado de registro e licenciamento, com o seguro obrigatório pago. Não é preciso levar o IPVA.
Os carros dos anos 70, faziam em média, oito vezes mais ruído que os de hoje.
Atualmente, um automóvel consome 25% menos combustível que há 20 anos.
No ano 2000, uma lei da União Européia obrigou os fabricantes a produzir peças com marcas para facilitar a identificação na hora da reciclagem.
Também no ano 2000, foi proibida a utilização de cádmio, chumbo, mercúrio, amianto, solventes para pintura e gás para ar-condicionado na fabricação de automóveis.
A gasolina foi utilizada pela primeira vez como combustível para carros em 1884.
A primeira lei para limitar a poluição causada por automóveis foi aprovada na Califórnia em 1959.
Em 1920 foi instalado o primeiro rádio em um automóvel.
O ciclo de vida de um automóvel é de cerca de seis anos? Nesse período, a maioria da indústrias faz alterações nos modelos ou criam novas versões. Primeiro, mudam pelo menos as cores, depois de dois anos, os tecidos, as rodas e o volante. Entre três e quatro anos recria-se o design do carro, e dois ou três anos depois é lançado um novo automóvel para substituir aquele que sai de linha.
Não é necessário carregar com você todos os documentos do seu automóvel? O Departamento Estadual de Trânsito e a Polícia Rodoviária só exigem o certificado de registro e licenciamento, com o seguro obrigatório pago. Não é preciso levar o IPVA.
Os carros dos anos 70, faziam em média, oito vezes mais ruído que os de hoje.
Atualmente, um automóvel consome 25% menos combustível que há 20 anos.
No ano 2000, uma lei da União Européia obrigou os fabricantes a produzir peças com marcas para facilitar a identificação na hora da reciclagem.
Também no ano 2000, foi proibida a utilização de cádmio, chumbo, mercúrio, amianto, solventes para pintura e gás para ar-condicionado na fabricação de automóveis.
sábado, 12 de maio de 2012
Autopar 2012
Em sua sexta edição, a Autopar é a segunda maior feira do segmento automotivo do país.
Entre os dias 13 a 16 de junho 2012 prepare-se para conhecer o que há de referência no mercado do setor de autopeças, reparação e reposição.
O Estado do Paraná vai mais uma vez promover marcas nacionais e internacionais e reunir uma imensa parcela do universo de profissionais que gravitam neste setor.
Atualmente, a Autopar é a segunda maior feira do segmento automotivo do país.
É evento obrigatório na agenda das empresas nacionais e internacionais do setor de autopeças, reparação e reposição que almejam crescimento e fortalecimento de suas marcas no mercado brasileiro.
O evento tem apoio do Sistema Fecomércio, do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos, Peças e Acessórios para Veículos no Estado do Paraná (SINCOPEÇAS-PR) e do Sindicato das Empresas de Reparação de Veículos (SINDIREPA). Além disso, a Autopar tem também o trabalho da Comissão Organizadora e o apoio de outras entidades associativas de empresas e dos profissionais do setor automotivo da Região Sul.
As feiras e eventos do setor automotivo são sempre uma ótima oportunidade da Emaster mostrar seus produtos aos visitantes sendo possível demonstrar seus diferenciais e acabamento e comprovar a qualidade do equipamento.
Desta forma, a Emaster considera imprescindível a participação nesses grandes eventos e faz questão de levar seus equipamentos e ligá-los no stand de forma que o visitante consiga presenciar o funcionamento do elevador, e ainda, para melhorar a demonstração a Emaster leva um elevador com a lateral em acrílico para que seja possível a visualização do funcionamento interno do elevador.
Com produtos de ponta, demonstração in-loco dos equipamentos e atendimento de primeira, visitar o stand da Emaster é parada obrigatória para quem for visitar feiras como Autopar, Automec e Autonor.
Próximo evento que a Emaster participará:
Autopar 2012 - 13 a 16 de junho
http://www.feiraautopar.com.br/
Velas erradas e terríveis consequencias
Defeitos complicados de verdade, são aqueles que já romperam horas de diagnóstico, e nada se descobriu. Agora imagine o que se pode pensar de defeitos colocados, vou explicar:
Um carro em bom estado que entra em uma oficina para uma revisão, pode pegar uma doença Hospitalar, sim, um defeito novo pode surgir durante a permanência na oficina e esse é um dos defeitos mais complicados de se resolver. Falhas humanas, sejam por falta de conhecimento, peças de baixa qualidade, peças de marcas conhecidas com defeito de fabricação e a comum desatenção humana, podem desencadear uma sucessão de fatos que acabam por manifestar o Frankenstein dos defeitos. É preciso levar em conta que coincidências acontecem, e acontecem bastante.
Um carro entra na oficina para uma revisão e as terríveis coincidências ocorrem:
– Ao substituir a vela, o estoquista fornecesse ao reparador um jogo de velas de ignição de um carro a gasolina, sendo que o veículo é Flex.
1- A vela, mesmo nova só que de construção diferente à recomendada, provocou uma grave interferência no sistema eletrônico do carro e o mecânico não verificou o código do produto, já que pediu por escrito a correta, e confia no estoquista (humano).
2 – O óleo aplicado foi um dos permitidos pela montadora, mas foi o mais barato e mais viscoso.
O óleo mais viscoso, dificulta a partida a frio e aumenta naturalmente o consumo do motor. Muitas montadoras permitem mais de uma especificação de lubrificante para o motor, mas a diferença dessas opções pode levar o proprietário a optar pelo mais barato e nesse caso o barato poderá sair caro, pois óleo não é tudo igual como alguns desavisados costumam ACHAR!
3 – Foi realizado uma pequena solda no pé de coluna junto a porta do motorista para o conserto de uma pequena ferrugem.
A solda, chamuscou um conjunto de cabos da injeção eletrônica que passava por dentro da coluna e fez com que alguns fios se encostassem causando um curto ao circuito que pode envolver o sinal de sensores misturado à ordens aos atuadores e fazer uma lambança eletrônica cabeluda, nesse caso até mesmo o Scanner pode perder a possibilidade de se comunicar com o módulo de injeção pois é um rolo dos diabos.
4 – Foi substituído o filtro de combustível.
O filtro foi montado em sentido errado e seu elemento filtrante, feito de papel, se dobrou e obstruiu o filtro, e com isso, a Vazão e a pressão da bomba de combustível foram prejudicadas, e o tempo de injeção de combustível vai ser alterado pelo módulo de controle, e ai começa um rolo daqueles!
5 – Foi substituída a correia dentada.
A sincronia do motor foi prejudicada por um pequeno erro na montagem e ou o ponto de ignição não foi aferido devidamente. Nesse momento é que o caldo entorna, pois alguns super técnicos de injeção logo mergulha na elétro eletrônica quantica astrofisica e deixam de olhar o ponto do motor e ai se vão inúmeras peças trocadas descenessáriamente e o buraco no orçamento despinguela a aumentar!
6 – A bateria descarregou.
A maioria dos carros atuais irá fazer uma leitura dos parâmetros da injeção e qualquer problema irá se manifestar imediatamente, pois antes ele sofreu uma adaptação progressiva, mas agora a estória é outra.
O módulo de controle da injeção pode ter passado por alterações em seu chip, para elevação de potência ou outros que agora, vão confundir o reparador.
7 – Foram trocadas peças eletrônicas entre outras.
As peças são de marcas desconhecidas, muitas vezes importadas e ainda não trazem sequer embalagens com o nome do fabricante e não geram a metade da eficiência real desejada e a fé nessas peças é algo que transforma o defeito em um filme de horror.
8 – O cambio automático teve seu fluído trocado, já que a quilometragem de troca foi atingida, segundo o manual do veículo.
A tela interna de filtragem está contaminada e uma grave bolsa de ar se formou e o cambio acabou sofrendo danos graves ainda dentro da oficina. É altamente recomendado que a substituição do fluído do cambio se feita em uma empresa super, hiper especializada no assunto.
Bom, é possível se descrever mais uma centenas de azares do destino, mas a dica é lembrar que estes erros são humanos, e desconfiar de nossos próprios passos é o mais sábio conselho que posso dar, pois somos humanos e erramos naturalmente, o tempo todo!
FIAT GRAND SIENA - Um grande carro em todos os sentidos
Totalmente novo, diferenciado e maior, o novo Siena chega ao mercado trazendo novidades até no nome: agora ele é Grand Siena. Grand porque ele cresceu e evoluiu. Cresceu no tamanho e ampliou o seu já vasto porta-malas. E evoluiu porque nesta nova geração a Fiat acrescentou doses extras de elegância, modernidade e segurança a um sedã que sempre foi muito bem aceito pelo público e referência em seu segmento ─ em sua trajetória de 14 anos de sucesso, foram comercializadas mais de 813 mil unidades até 2011.
O aumento nas dimensões provém da adoção de uma nova plataforma, o que resultou em um interior grande, largo, espaçoso, assegurando muito conforto a todos os ocupantes. E para ampliar o bem-estar a bordo, o Fiat Grand Siena traz um acabamento apurado, sofisticado mas também funcional.
A nova plataforma trouxe mais espaço para bagagem: o porta-malas cresceu de 500 para 520 litros, um dos maiores em seu segmento.
Acompanhando o aumento das dimensões, o Grand Siena foi totalmente redesenhado, em uma parceria entre os Centro Estilo da Fiat na Itália e em Betim. O sedã surge esteticamente aprimorado, privilegiando a beleza e a sofisticação, com toques de esportividade, e ganha um estilo próprio, independente da identidade do Palio. O novo sedã concilia a robustez e o excelente custo-benefício da família Palio à elegância e exclusividade dos sedãs maiores.
Além dos atrativos das dimensões e do belo design, o Fiat Grand Siena ainda conquista pelo nível dos equipamentos e pela segurança. Ele sai de fábrica bastante completo, incluindo de série air bag duplo frontal e freios ABS com EBD em todas as versões. Ainda oferece opcionais como rádio CD/MP3 com viva voz Bluetooth®, conexão USB e iPod®, volante em couro com os comandos do rádio, comando do câmbio tipo borboleta no volante, para-brisa térmico, air bags laterais dianteiros e sensores de chuva, estacionamento e crepuscular, elevando os parâmetros de tecnologia e requinte do segmento dos sedãs compactos.
O pacote do novo sedã fica completo com os modernos motores Fire 1.4 EVO – Flex ou Tetrafuel – e E.torQ 1.6 16V Flex, de ótimo desempenho e economia. E as versões: Grand Siena Attractive 1.4, Grand Siena Tetrafuel 1.4, Grand Siena Essence 1.6 16V e Grand Siena Essence Dualogic 1.6 16V ─ esta última equipada com câmbio Dualogic®, maximizando o conforto ao dirigir.
Maior, mais belo, mais sofisticado, mais completo, mais seguro: o Fiat Grand Siena tem tudo para ampliar o seu sucesso e ser objeto de desejo em seu segmento.
Fotos do novo Corolla caem na internet Versão brasileira deve ter estilo diferente
A 11ª geração do Corolla está prestes a ser apresentada no Japão, mas, se sua ansiedade para conhecer o sedã é muito grande, pode comemorar. As primeiras imagens do suposto novo Corolla vazaram na internet e chegam a decepcionar por revelar um carro bastante conservador. Mas, calma, porque temos uma boa notícia para você.
O modelo brasileiro deve ser bem diferente do japonês, principalmente no estilo. A intenção seria deixá-lo com um visual mais esportivo para bater de frente com seu arquirrival Honda Civic. Para tanto, o carro teria novas grade e para-choques frontais e lanternas com desenho mais arrojado.
Se por um lado podemos ter um Corolla mais moderno em termos de estilo, por outro os japoneses continuam levando vantagem sobre nós por contarem com a Fielder. Descontinuada por aqui em 2008, a perua também ganhou as feições da nova geração, preservando as qualidades que fizeram dela um dos modelos preferidos das famílias.
Assinar:
Postagens (Atom)








