Marcas consagradas e admiradas nos segmentos superiores, Toyota e Hyundai vão buscar maiores volumes de vendas no disputadíssimo mercado brasileiro dos compactos. Toyota Etios e Hyundai HB (nome provisório) serão produzidos no estado de São Paulo a partir de 2013 e seguem receitas distintas para atingir o mesmo público.
Embora aposte em simplicidade no visual — tanto externa quanto no interior— o Toyota Etios foi desenvolvido para mercados emergentes e oferece como benefício uma ampla lista de itens de série, além da imagem de qualidade dos automóveis oferecidos pela marca. Com painel de instrumentos central e muito plástico no acabamento interno, o modelo oferece contempla airbag duplo, freios ABS com distribuição eletrônica da força de frenagem (EBD), ar-condicionado e CD player com entrada auxiliar sem custos adicionais.
A Hyundai, por sua vez, tem uma aposta diferente com a linha HB, desenvolvida especificamente para o mercado brasileiro. Com design de linhas mais modernas e harmônicas, se comparado ao veículo da marca japonesa, seu interior é mais refinado. O modelo cedido para avaliaçãooferecia luxos como direção hidráulica, regulagem de altura e profundidade do volante, ajuste de altura do banco, abertura interna do bocal do tanque de combustível, porta objetos com tampa corrediça, acabamento de plástico nas colunas e cinto traseiro retrátil. sua lista de equipamentos deste último, entretanto, ainda não foi confirmada. O modelo da Toyota, por sua vez, oferece acabamento com nível inferior.
O Toyota Etios hatch tem 3,77 m de comprimento, 1,66m de largura, 2,46 m de entre-eixos e 263 litros de capacidade no porta-malas. O VW Gol, uma das referências do mercado, é 12 cm mais comprido, 8 cm mais largo, tem o mesmo espaço de entre-eixos e 22 litros a mais de área no compartimento de carga. Embora não tenha as suas dimensões divulgadas, o HB hatch oferece dimensões externas e área interna próximas ao modelo da VW. Na versão sedã, o modelo da Toyota oferece como carta na manga o entre-eixos alongado para 2,55 m e porta-malas com 595 litros de volume — 11 cm a menos, mas 85 l a mais de volume na área de carga, respectivamente, se comparado ao Renault Logan— uma das referências em termos de espaço interno no segmento.
Tanto o Etios quando o HB serão oferecidos nas versões hatch e sedã. A Hyundai informa que seus motores serão o 1.0 três cilindros 12V (mesmo utilizado no Kia Picanto, capaz de produzir até 80 cv e 10,2 mkgf de torque) e um 1.6 — haverá opção de câmbio automático para este último. Já a marca de origem japonesa utilizará as opções 1.3 16V (98 cv e 12,7 mkgf) e 1.5 16V (108 cv e 14 mkgf). Sempre baseadas no hatch da VW, as duas montadoras afirmam que oferecerão preços competitivos e boa relação custo-benefício.
No período da avaliação do Hyundai HB, a previsão era para que o hatch fosse lançado em novembro deste ano, e a configuração sedã, em meados de 2013. Fontes relacionadas à Hyundai no Brasil afirmam, no entanto, que os dois modelos poderão ser apresentados juntos no Salão do Automóvel, em novembro. Sinal de que o mercado viverá mudanças nos próximos tempos.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
- ÚNICO equipamento do mercado com teste de borboleta eletrônico e SOFTWARE para impressão de relatórios
- Inclusos:
Teste de motor de passo, Teste do corpo de borboleta eletrônico,
Atuador do Astra/Tipo,Flauta motor Zetec,Software para relatórios e Led
Light para visualização do leque com 14 leds
- Funções:
- Limpeza por Ultrasom
- Teste de Vazão (mono e multiponto)
- Teste de Pulverização (Spray)
- Estanqueidade
- Retrolavagem
- Teste de Motor de Passo
- Teste de Atuador de marcha lenta
- Moto / Nautica (15.000 RPM)
- GDI / GAS / Tetrafuel
- Teste do Atuador do Astra
- Programações:
- Tempo de ultrasom (1 - 30 minutos)
- Características:
- Microprocessado
- Bomba elétrica de alta pressão
- Memória de pressão
- Escoamento elétrico das provetas
- Garantia Sacch: 01 Ano
Dados Técnicos:
- Alimentação: 110/220Vac. selecionável por chave.
- Peso: 15 kg embalada c/ cuba ultra-som de 1 litro.
- Potência Módulo: 150 Watts
- Potência Cuba ultra-som: 80 Watts
Realiza os seguintes testes em injetores e Step Motors: - Vazão/Equalização
- Estanqueidade
- Visualização do Spray(elimina necessidade de strobo)
- Retrolavagem em injetores multiponto
- Acionamento de Motores de Passo(IAC) Magneti Marelli
- Acionamento de Motores de Passo(IAC) Bosch
- Acionamento de Atuadores de Marcha Lenta
- Modos automático e manual de acionamento IAC.
- Acionam. Atuador de Marcha Lenta Astra
- Teste de injetores de Moto/Náutica (15.000 RPM)
- Teste de Injetores GDI/GAS/TETRAFUEL
- Equipamento microprocessado.
- Possui display de led para indicação da função selecionada.
- Possui Bomba de combustível de alta pressão com filtro, ajuste eletrônico da pressão de teste, e memória de pressão para teste em injetores monoponto e multiponto.
- Possui 14 funções pré-programadas para teste de injetores, motores de passo(IAC) e atuadores de marcha lenta.
- Dispõe de 4 provetas para coleta do líquido de teste com escoamento elétrico.
- Cuba com aquecimento de 60° (opcional).
- Possui manômetro de 0-6 Bar para leitura de pressão.
- Acompanha cabos e adaptadores para conexão de injetores multiponto, monoponto e motores de passo.
- Possui fusível de proteção independente para cuba de ultrasom e módulo de testes.
- Gabinete em aço com tratamento anti-corrosivo e pintura eletrostática a pó.
- Manual completo para uso operacional e manutenção
segunda-feira, 11 de junho de 2012
INJEÇÃO ELETRÔNICA
FUNCIONAMENTO DA INJEÇÃO ELETRÔNICA
Aos poucos, os sistemas de injeção eletrônica de combustível vão substituindo os carburadores e hoje já são uma realidade até mesmo nos "Populares". Essa nova tecnologia, "assusta" ainda muitos motoristas e até alguns mecânicos, que ficam literalmente "perdidos" quando uma luz-espia se acende no painel, o motor teima em não pegar ou o carro passa a apresentar perda de potência e alto consumo de combustível. Apesar de ser um conjunto complexo e exigir equipamentos especiais para diagnóstico, ás vezes é possível localizar o componente avariado quando o sistema de injeção (que controla também a alimentação e ignição) falha ou entra em pane. Em alguns casos, é possível até resolver o problema, se não for complicado.
O primeiro passo é entender o funcionamento da injeção eletrônica. Basicamente, sua função é a mesma do carburador; fazer a mistura ar/combustível na dosagem correta e pulveriza-la via coletor de admissão dentro da câmara de combustão. A diferença é que na injeção praticamente tudo é controlado eletronicamente, através de um microprocessador, o "cérebro" do sistema, o módulo de comando central ou centralina e um chip semelhante ao de um computador, além de vários sensores e componentes eletro-eletrônicos, como a agulha eletro-magnética da marcha lenta.
Parte das panes ou falhas que freqüentemente ocorrem nos sistemas de injeção está relacionada a três fatores: mau funcionamento de algum dos sensores, que deixam de enviar informações ao comando central, prejudicando seu funcionamento, terminais e conectores soltos ou oxidados, linha de combustível ou bicos injetores entupidos, com pressão ou vazão reduzidas.
Aos poucos, os sistemas de injeção eletrônica de combustível vão substituindo os carburadores e hoje já são uma realidade até mesmo nos "Populares". Essa nova tecnologia, "assusta" ainda muitos motoristas e até alguns mecânicos, que ficam literalmente "perdidos" quando uma luz-espia se acende no painel, o motor teima em não pegar ou o carro passa a apresentar perda de potência e alto consumo de combustível. Apesar de ser um conjunto complexo e exigir equipamentos especiais para diagnóstico, ás vezes é possível localizar o componente avariado quando o sistema de injeção (que controla também a alimentação e ignição) falha ou entra em pane. Em alguns casos, é possível até resolver o problema, se não for complicado.
O primeiro passo é entender o funcionamento da injeção eletrônica. Basicamente, sua função é a mesma do carburador; fazer a mistura ar/combustível na dosagem correta e pulveriza-la via coletor de admissão dentro da câmara de combustão. A diferença é que na injeção praticamente tudo é controlado eletronicamente, através de um microprocessador, o "cérebro" do sistema, o módulo de comando central ou centralina e um chip semelhante ao de um computador, além de vários sensores e componentes eletro-eletrônicos, como a agulha eletro-magnética da marcha lenta.
Parte das panes ou falhas que freqüentemente ocorrem nos sistemas de injeção está relacionada a três fatores: mau funcionamento de algum dos sensores, que deixam de enviar informações ao comando central, prejudicando seu funcionamento, terminais e conectores soltos ou oxidados, linha de combustível ou bicos injetores entupidos, com pressão ou vazão reduzidas.
Etios brasileiro é revelado no Japão
A Toyota acaba de revelar no Japão os traços definitivos do seu compacto para o mercado brasileiro, o Etios, em versões hatchback e três volumes. Apesar de desenvolvidas simultaneamente com os carros indianos vendidos com o mesmo nome, os veículos avaliados por QUATRO RODAS têm motorização diferente e um estilo mais sólido do que o modelo indiano, revelado em nossas páginas no ano passado. Confira uma prévia do Impressões ao Dirigir que você poderá ler na edição de julho.
ESTILO
Os carros que serão produzidos em Sorocaba conservam os mesmos traços dos similares indianos e também as dimensões de 3,78 metros de comprimento e 2,46 metros de entreeixos. Seguindo uma filosofia que a Toyota chama de "simplicidade ousada", o design é enxuto, sem linhas excessivas. Mas, em relação aos Etios indianos os dois modelos brasileiros foram repaginados para um consumidor mais exigente. Os bancos são mais espessos, com apoios para a cabeça separados no banco de trás, plásticos de melhor qualidade no interior e um isolamento de ruídos bem mais caprichado.
MOTOR
Na versão hatchback, haverá motores 1.3 e 1.5, ambos com 16 válvulas. Na com quatro portas, apenas a versão mais possante. Por uma questão de estratégia, a Toyota não divulgou a potência e nem o toque de nenhuma das duas. Segundo Akio Nishimura, chefe de projeto, nas configurações brasileiras, o Etios hatch 1.3 acelera de 0 a 100 km/h em 11,9 (com álcool no tanque), 12,5 km/h, com gasolina. O câmbio tem cinco marchas.
EQUIPAMENTOS
Os Etios têm bancos de tecido reguláveis manualmente, ar-condicionado regulável, rádio com CD-Player e entrada USB. Todas as versões têm freios com ABSe airbag duplo. O hatch sai de fábrica com aerofólio traseiro de série. No similar indiano esta peça é um acessório à parte.
PREÇO
Ainda não foi divulgado. Os executivos da Toyota prometem preços "competitivos" para encarar Gol e Palio na versão hatch, e Voyage e Logan no caso do sedã. A meta é vender 70 mil Etios no Brasil nos primeiros doze meses de produção.
MOTOR
Na versão hatchback, haverá motores 1.3 e 1.5, ambos com 16 válvulas. Na com quatro portas, apenas a versão mais possante. Por uma questão de estratégia, a Toyota não divulgou a potência e nem o toque de nenhuma das duas. Segundo Akio Nishimura, chefe de projeto, nas configurações brasileiras, o Etios hatch 1.3 acelera de 0 a 100 km/h em 11,9 (com álcool no tanque), 12,5 km/h, com gasolina. O câmbio tem cinco marchas.
EQUIPAMENTOS
Os Etios têm bancos de tecido reguláveis manualmente, ar-condicionado regulável, rádio com CD-Player e entrada USB. Todas as versões têm freios com ABSe airbag duplo. O hatch sai de fábrica com aerofólio traseiro de série. No similar indiano esta peça é um acessório à parte.
PREÇO
Ainda não foi divulgado. Os executivos da Toyota prometem preços "competitivos" para encarar Gol e Palio na versão hatch, e Voyage e Logan no caso do sedã. A meta é vender 70 mil Etios no Brasil nos primeiros doze meses de produção.
VOCÊ SABIA?
Você sabia que...
Andar com os vidros abertos faz o carro consumir 16% a mais de combustível. Com o bagageiro lotado o veículo também passa a consumir 28% a mais e freios desregulados 14%.
A gasolina foi utilizada pela primeira vez como combustível para carros em 1884.
A primeira lei para limitar a poluição causada por automóveis foi aprovada na Califórnia em 1959.
Em 1920 foi instalado o primeiro rádio em um automóvel.
O ciclo de vida de um automóvel é de cerca de seis anos? Nesse período, a maioria da indústrias faz alterações nos modelos ou criam novas versões. Primeiro, mudam pelo menos as cores, depois de dois anos, os tecidos, as rodas e o volante. Entre três e quatro anos recria-se o design do carro, e dois ou três anos depois é lançado um novo automóvel para substituir aquele que sai de linha.
Não é necessário carregar com você todos os documentos do seu automóvel? O Departamento Estadual de Trânsito e a Polícia Rodoviária só exigem o certificado de registro e licenciamento, com o seguro obrigatório pago. Não é preciso levar o IPVA.
Os carros dos anos 70, faziam em média, oito vezes mais ruído que os de hoje.
Atualmente, um automóvel consome 25% menos combustível que há 20 anos.
No ano 2000, uma lei da União Européia obrigou os fabricantes a produzir peças com marcas para facilitar a identificação na hora da reciclagem.
Também no ano 2000, foi proibida a utilização de cádmio, chumbo, mercúrio, amianto, solventes para pintura e gás para ar-condicionado na fabricação de automóveis.
A gasolina foi utilizada pela primeira vez como combustível para carros em 1884.
A primeira lei para limitar a poluição causada por automóveis foi aprovada na Califórnia em 1959.
Em 1920 foi instalado o primeiro rádio em um automóvel.
O ciclo de vida de um automóvel é de cerca de seis anos? Nesse período, a maioria da indústrias faz alterações nos modelos ou criam novas versões. Primeiro, mudam pelo menos as cores, depois de dois anos, os tecidos, as rodas e o volante. Entre três e quatro anos recria-se o design do carro, e dois ou três anos depois é lançado um novo automóvel para substituir aquele que sai de linha.
Não é necessário carregar com você todos os documentos do seu automóvel? O Departamento Estadual de Trânsito e a Polícia Rodoviária só exigem o certificado de registro e licenciamento, com o seguro obrigatório pago. Não é preciso levar o IPVA.
Os carros dos anos 70, faziam em média, oito vezes mais ruído que os de hoje.
Atualmente, um automóvel consome 25% menos combustível que há 20 anos.
No ano 2000, uma lei da União Européia obrigou os fabricantes a produzir peças com marcas para facilitar a identificação na hora da reciclagem.
Também no ano 2000, foi proibida a utilização de cádmio, chumbo, mercúrio, amianto, solventes para pintura e gás para ar-condicionado na fabricação de automóveis.
sábado, 12 de maio de 2012
Autopar 2012
Em sua sexta edição, a Autopar é a segunda maior feira do segmento automotivo do país.
Entre os dias 13 a 16 de junho 2012 prepare-se para conhecer o que há de referência no mercado do setor de autopeças, reparação e reposição.
O Estado do Paraná vai mais uma vez promover marcas nacionais e internacionais e reunir uma imensa parcela do universo de profissionais que gravitam neste setor.
Atualmente, a Autopar é a segunda maior feira do segmento automotivo do país.
É evento obrigatório na agenda das empresas nacionais e internacionais do setor de autopeças, reparação e reposição que almejam crescimento e fortalecimento de suas marcas no mercado brasileiro.
O evento tem apoio do Sistema Fecomércio, do Sindicato do Comércio Varejista de Veículos, Peças e Acessórios para Veículos no Estado do Paraná (SINCOPEÇAS-PR) e do Sindicato das Empresas de Reparação de Veículos (SINDIREPA). Além disso, a Autopar tem também o trabalho da Comissão Organizadora e o apoio de outras entidades associativas de empresas e dos profissionais do setor automotivo da Região Sul.
As feiras e eventos do setor automotivo são sempre uma ótima oportunidade da Emaster mostrar seus produtos aos visitantes sendo possível demonstrar seus diferenciais e acabamento e comprovar a qualidade do equipamento.
Desta forma, a Emaster considera imprescindível a participação nesses grandes eventos e faz questão de levar seus equipamentos e ligá-los no stand de forma que o visitante consiga presenciar o funcionamento do elevador, e ainda, para melhorar a demonstração a Emaster leva um elevador com a lateral em acrílico para que seja possível a visualização do funcionamento interno do elevador.
Com produtos de ponta, demonstração in-loco dos equipamentos e atendimento de primeira, visitar o stand da Emaster é parada obrigatória para quem for visitar feiras como Autopar, Automec e Autonor.
Próximo evento que a Emaster participará:
Autopar 2012 - 13 a 16 de junho
http://www.feiraautopar.com.br/
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