sábado, 12 de maio de 2012
Velas erradas e terríveis consequencias
Defeitos complicados de verdade, são aqueles que já romperam horas de diagnóstico, e nada se descobriu. Agora imagine o que se pode pensar de defeitos colocados, vou explicar:
Um carro em bom estado que entra em uma oficina para uma revisão, pode pegar uma doença Hospitalar, sim, um defeito novo pode surgir durante a permanência na oficina e esse é um dos defeitos mais complicados de se resolver. Falhas humanas, sejam por falta de conhecimento, peças de baixa qualidade, peças de marcas conhecidas com defeito de fabricação e a comum desatenção humana, podem desencadear uma sucessão de fatos que acabam por manifestar o Frankenstein dos defeitos. É preciso levar em conta que coincidências acontecem, e acontecem bastante.
Um carro entra na oficina para uma revisão e as terríveis coincidências ocorrem:
– Ao substituir a vela, o estoquista fornecesse ao reparador um jogo de velas de ignição de um carro a gasolina, sendo que o veículo é Flex.
1- A vela, mesmo nova só que de construção diferente à recomendada, provocou uma grave interferência no sistema eletrônico do carro e o mecânico não verificou o código do produto, já que pediu por escrito a correta, e confia no estoquista (humano).
2 – O óleo aplicado foi um dos permitidos pela montadora, mas foi o mais barato e mais viscoso.
O óleo mais viscoso, dificulta a partida a frio e aumenta naturalmente o consumo do motor. Muitas montadoras permitem mais de uma especificação de lubrificante para o motor, mas a diferença dessas opções pode levar o proprietário a optar pelo mais barato e nesse caso o barato poderá sair caro, pois óleo não é tudo igual como alguns desavisados costumam ACHAR!
3 – Foi realizado uma pequena solda no pé de coluna junto a porta do motorista para o conserto de uma pequena ferrugem.
A solda, chamuscou um conjunto de cabos da injeção eletrônica que passava por dentro da coluna e fez com que alguns fios se encostassem causando um curto ao circuito que pode envolver o sinal de sensores misturado à ordens aos atuadores e fazer uma lambança eletrônica cabeluda, nesse caso até mesmo o Scanner pode perder a possibilidade de se comunicar com o módulo de injeção pois é um rolo dos diabos.
4 – Foi substituído o filtro de combustível.
O filtro foi montado em sentido errado e seu elemento filtrante, feito de papel, se dobrou e obstruiu o filtro, e com isso, a Vazão e a pressão da bomba de combustível foram prejudicadas, e o tempo de injeção de combustível vai ser alterado pelo módulo de controle, e ai começa um rolo daqueles!
5 – Foi substituída a correia dentada.
A sincronia do motor foi prejudicada por um pequeno erro na montagem e ou o ponto de ignição não foi aferido devidamente. Nesse momento é que o caldo entorna, pois alguns super técnicos de injeção logo mergulha na elétro eletrônica quantica astrofisica e deixam de olhar o ponto do motor e ai se vão inúmeras peças trocadas descenessáriamente e o buraco no orçamento despinguela a aumentar!
6 – A bateria descarregou.
A maioria dos carros atuais irá fazer uma leitura dos parâmetros da injeção e qualquer problema irá se manifestar imediatamente, pois antes ele sofreu uma adaptação progressiva, mas agora a estória é outra.
O módulo de controle da injeção pode ter passado por alterações em seu chip, para elevação de potência ou outros que agora, vão confundir o reparador.
7 – Foram trocadas peças eletrônicas entre outras.
As peças são de marcas desconhecidas, muitas vezes importadas e ainda não trazem sequer embalagens com o nome do fabricante e não geram a metade da eficiência real desejada e a fé nessas peças é algo que transforma o defeito em um filme de horror.
8 – O cambio automático teve seu fluído trocado, já que a quilometragem de troca foi atingida, segundo o manual do veículo.
A tela interna de filtragem está contaminada e uma grave bolsa de ar se formou e o cambio acabou sofrendo danos graves ainda dentro da oficina. É altamente recomendado que a substituição do fluído do cambio se feita em uma empresa super, hiper especializada no assunto.
Bom, é possível se descrever mais uma centenas de azares do destino, mas a dica é lembrar que estes erros são humanos, e desconfiar de nossos próprios passos é o mais sábio conselho que posso dar, pois somos humanos e erramos naturalmente, o tempo todo!
FIAT GRAND SIENA - Um grande carro em todos os sentidos
Totalmente novo, diferenciado e maior, o novo Siena chega ao mercado trazendo novidades até no nome: agora ele é Grand Siena. Grand porque ele cresceu e evoluiu. Cresceu no tamanho e ampliou o seu já vasto porta-malas. E evoluiu porque nesta nova geração a Fiat acrescentou doses extras de elegância, modernidade e segurança a um sedã que sempre foi muito bem aceito pelo público e referência em seu segmento ─ em sua trajetória de 14 anos de sucesso, foram comercializadas mais de 813 mil unidades até 2011.
O aumento nas dimensões provém da adoção de uma nova plataforma, o que resultou em um interior grande, largo, espaçoso, assegurando muito conforto a todos os ocupantes. E para ampliar o bem-estar a bordo, o Fiat Grand Siena traz um acabamento apurado, sofisticado mas também funcional.
A nova plataforma trouxe mais espaço para bagagem: o porta-malas cresceu de 500 para 520 litros, um dos maiores em seu segmento.
Acompanhando o aumento das dimensões, o Grand Siena foi totalmente redesenhado, em uma parceria entre os Centro Estilo da Fiat na Itália e em Betim. O sedã surge esteticamente aprimorado, privilegiando a beleza e a sofisticação, com toques de esportividade, e ganha um estilo próprio, independente da identidade do Palio. O novo sedã concilia a robustez e o excelente custo-benefício da família Palio à elegância e exclusividade dos sedãs maiores.
Além dos atrativos das dimensões e do belo design, o Fiat Grand Siena ainda conquista pelo nível dos equipamentos e pela segurança. Ele sai de fábrica bastante completo, incluindo de série air bag duplo frontal e freios ABS com EBD em todas as versões. Ainda oferece opcionais como rádio CD/MP3 com viva voz Bluetooth®, conexão USB e iPod®, volante em couro com os comandos do rádio, comando do câmbio tipo borboleta no volante, para-brisa térmico, air bags laterais dianteiros e sensores de chuva, estacionamento e crepuscular, elevando os parâmetros de tecnologia e requinte do segmento dos sedãs compactos.
O pacote do novo sedã fica completo com os modernos motores Fire 1.4 EVO – Flex ou Tetrafuel – e E.torQ 1.6 16V Flex, de ótimo desempenho e economia. E as versões: Grand Siena Attractive 1.4, Grand Siena Tetrafuel 1.4, Grand Siena Essence 1.6 16V e Grand Siena Essence Dualogic 1.6 16V ─ esta última equipada com câmbio Dualogic®, maximizando o conforto ao dirigir.
Maior, mais belo, mais sofisticado, mais completo, mais seguro: o Fiat Grand Siena tem tudo para ampliar o seu sucesso e ser objeto de desejo em seu segmento.
Fotos do novo Corolla caem na internet Versão brasileira deve ter estilo diferente
A 11ª geração do Corolla está prestes a ser apresentada no Japão, mas, se sua ansiedade para conhecer o sedã é muito grande, pode comemorar. As primeiras imagens do suposto novo Corolla vazaram na internet e chegam a decepcionar por revelar um carro bastante conservador. Mas, calma, porque temos uma boa notícia para você.
O modelo brasileiro deve ser bem diferente do japonês, principalmente no estilo. A intenção seria deixá-lo com um visual mais esportivo para bater de frente com seu arquirrival Honda Civic. Para tanto, o carro teria novas grade e para-choques frontais e lanternas com desenho mais arrojado.
Se por um lado podemos ter um Corolla mais moderno em termos de estilo, por outro os japoneses continuam levando vantagem sobre nós por contarem com a Fielder. Descontinuada por aqui em 2008, a perua também ganhou as feições da nova geração, preservando as qualidades que fizeram dela um dos modelos preferidos das famílias.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
CUIDANDO DO SEU CARRO: ADITIVOS
Polêmicos, os aditivos são vistos como uma de manutenção preventiva ou uma simples despesa para ser evitada, mas na realidade eles são bastante úteis. Os mais conhecidos são os aditivos que trabalham junto com os lubrificantes do motor, cuja função é diminuir atritos internos. Existem dois tipos de uso para esses aditivos, alguns são para motores novos, numa forma de prolongar a vida útil do motor e os outros são para motores cansados, que pretendem agir sobre as folgas internas do motor, isto é folgas de bronzinas e anéis, diminuindo a queima de óleo. Existem também uma ação detergente para evitar a formação de borras no cárter e eliminar a carbonização interna do motor, isto é comum aos dois tipos de aditivos.
Aditivos para combustível :
Por sua vez, tem basicamente a função detergente e de limpeza para evitar a manutenção dos sistemas de alimentação. Sua eficácia é limpar dutos de combustível e bicos injetores, alem de promover uma leve ação anti-ferrugem através da lubrificação dos injetores ou carburadores.
Aditivo para cambio e transmissão :
Podem mostrar rapidamente sua eficiência, são indicados tanto para cambio como para transmissão, aderindo bem a superfície de contato das engrenagens, eixos e rolamentos, você irá notar a diferença ao rodar com o seu carro. Aditivos para radiadores :
Mais conhecido como etileno-glicol, o aditivo obrigatório para radiadores, tem como função elevar o ponto de fervura da água (para cima de 100º C) e também evitar formação de ferrugem interna no radiador, bloco do motor e demais componentes do sistema de refrigeração. A baixa qualidade do aditivo ou a falta do mesmo pode significar um motor fervendo e uma tampa do radiador voando.
Aditivos para combustível :
Por sua vez, tem basicamente a função detergente e de limpeza para evitar a manutenção dos sistemas de alimentação. Sua eficácia é limpar dutos de combustível e bicos injetores, alem de promover uma leve ação anti-ferrugem através da lubrificação dos injetores ou carburadores.
Aditivo para cambio e transmissão :
Podem mostrar rapidamente sua eficiência, são indicados tanto para cambio como para transmissão, aderindo bem a superfície de contato das engrenagens, eixos e rolamentos, você irá notar a diferença ao rodar com o seu carro. Aditivos para radiadores :
Mais conhecido como etileno-glicol, o aditivo obrigatório para radiadores, tem como função elevar o ponto de fervura da água (para cima de 100º C) e também evitar formação de ferrugem interna no radiador, bloco do motor e demais componentes do sistema de refrigeração. A baixa qualidade do aditivo ou a falta do mesmo pode significar um motor fervendo e uma tampa do radiador voando.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
CONHEÇA A EQUIPE E O ESTABELECIMENTO INJETCAR.
EQUIPE INJETCAR,
ESTABELECIMENTO
ESCRITÓRIO.
Esse é o nosso local de trabalho, sempre visando o conforto e um bom atedimento para todos os nossos clientes.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Avaliação completa do Novo Fiat Palio Attractive 1.4
Antes do lançamento do novo Uno, em 2010, o Palio era o principal carro da Fiat no Brasil. Vendia cerca de 14 mil unidades por mês e desde que foi lançado, em 1996, era o único que ameaçava a liderança do Volkswagen Gol entre os mais vendidos do país.
No entanto, a simpática renovação do Uno caiu nas graças do povo e ele se tornou rapidamente o novo carro-chefe da marca italiana. E o lançamento da segunda geração do Palio, apresentada em novembro de 2011, não mudou isso.
Com uma plataforma nova e visual inspirado, o Palio até voltou a ser desejado e suas vendas cresceram. Mas, agora, seu papel é outro. Ele faz a “ponte” de quem quer um carro mais espaçoso e equipado que o Uno, mas não tão caro quanto o Punto.
Dentro dessa proposta, a versão intermediária Attractive 1.4 é exatamente a mais bem talhada para fazer a conexão. Afinal, tem o mesmo motor que está disponível no Uno “top”, mas com mais espaço e equipamentos que o modelo menor. Acaba sendo aquela opção um pouco mais requintada para quem precisa de um hatch mais forte que um 1.0, porém não pode comprar um 1.6.
Mesmo sem o mesmo “status” de “best seller” de antes, o lançamento da segunda geração gerou um “boom” nas vendas do Palio. Desde novembro, quando foi lançado, a média mensal de vendas chegou próximo da casa das 12 mil unidades.
Não é o suficiente para voltar ao patamar de 2009, quando mais de 20 mil exemplares deixavam as concessionárias por mês. Mas deixa no passado o mau resultado dos três primeiros trimestres de 2011, quando só 8,2 mil emplacamentos mensais aconteciam. Está em quarto lugar no ranking de vendas desse ano, entre os Chevrolet Celta e Classic. A título de comparação, no ano passado, o Uno ficou na casa dos 22,6 mil veículos por mês.
Um evidente destaque desse novo Palio está no visual. Desde 2008, quando a quarta carroceria foi adotada sobre a plataforma da primeira geração, que o compacto não era valorizado pelo seu design. Na frente, os faróis em formato de unhas postiças lembram bastante os do Punto, enquanto a grade traz o “bigodinho” do Cinquecento.
No para-choque, não há como não reparar na imensa tomada de ar. De lado, rapidamente percebe-se o perfil mais elevado do Palio – são 8 cm a mais de altura. Há também um vinco pronunciado que percorre a lateral na altura das maçanetas. Na traseira, as lanternas são suspensas e lembram bastante as do Volvo C30. Até essa versão intermediária Attractive 1.4 recebe um pequeno aerofólio, que aumenta o impacto estético.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Cuide bem do seu carro é o seu patrimônio - Qual o Combustível ideal ??
Uma das dúvidas mais comuns aos motoristas é quanto à gasolina a ser usada. Existem pelo menos três opções, a premium, a aditivada e a comum, e isso gera dúvidas quanto à melhor para cada tipo de carro. Enganam-se os que pensam que a melhor é a mais cara. Existe uma para cada tipo de carro, dependendo de características e estágio de uso do motor. Aqui você encontra uma tabela com os cuidados e procedimentos na escolha do seu combustível.
A quilometragem define o tipo :
Normalmente, a idade do carro é indicativa de que tipo de gasolina se deve usar. Os mais velhos, normalmente, já têm acumulados em seu sistema de alimentação - que vai do tanque de combustível ao bico injetor (no caso de injeção de combustível) ou ao carburador (nos modelos mais antigos) - depósitos de impurezas. Elas vêm dos tanques dos postos de gasolina, que nem sempre recebem a manutenção correta. Nesse caso, o recomendado é usar sempre a gasolina comum, mais do que suficiente para fazer um motor já usado funcionar a contento. Nesses carros, as outras duas podem gerar problemas de entupimento e desperdício, já que elas são mais caras e não proporcionam melhora.
As gasolinas especiais :
Das outras duas, a mais recomendada é a aditivada. Por possuir detergentes e dispersantes, ela mantém o sistema de alimentação limpo, evitando os depósitos de borras e aumentando a vida útil do motor. Mas para quem usa sempre a gasolina comum, a aditivada pode ter efeitos negativos: os detergentes e dispersantes soltam a sujeira acumulada, o que causa o entupimento dos bicos da injeção eletrônica. A aditivada só deve ser usada em carros que a utilizam desde novos.
Premium para poucos :
Já a gasolina premium só deve ser utilizada por carros com taxa de compressão mais alta, normalmente os importados e os esportivos, por causa de sua maior octanagem - que evita a pré-ignição, também conhecida como "batida de pino". No caso de motores com baixa compressão, ela não proporciona nenhuma melhora de desempenho nem de economia. Assim como a aditivada, ela tem, em sua composição, detergentes e dispersantes.
Siga o manual :
O ideal, porém, é verificar no manual do proprietário de seu carro a gasolina recomendada pela montadora e sempre utilizar o mesmo tipo - e se possível a mesma marca - de combustível. Portanto, só altere o combustível que normalmente você usa em caso de necessidade, e retorne ao original o mais rápido possível. Não o faça pensando em fazer um "agrado" ao seu automóvel. A gasolina só oferece riscos ao seu motor se for velha ou adulterada.
A quilometragem define o tipo :
Normalmente, a idade do carro é indicativa de que tipo de gasolina se deve usar. Os mais velhos, normalmente, já têm acumulados em seu sistema de alimentação - que vai do tanque de combustível ao bico injetor (no caso de injeção de combustível) ou ao carburador (nos modelos mais antigos) - depósitos de impurezas. Elas vêm dos tanques dos postos de gasolina, que nem sempre recebem a manutenção correta. Nesse caso, o recomendado é usar sempre a gasolina comum, mais do que suficiente para fazer um motor já usado funcionar a contento. Nesses carros, as outras duas podem gerar problemas de entupimento e desperdício, já que elas são mais caras e não proporcionam melhora.
As gasolinas especiais :
Das outras duas, a mais recomendada é a aditivada. Por possuir detergentes e dispersantes, ela mantém o sistema de alimentação limpo, evitando os depósitos de borras e aumentando a vida útil do motor. Mas para quem usa sempre a gasolina comum, a aditivada pode ter efeitos negativos: os detergentes e dispersantes soltam a sujeira acumulada, o que causa o entupimento dos bicos da injeção eletrônica. A aditivada só deve ser usada em carros que a utilizam desde novos.
Premium para poucos :
Já a gasolina premium só deve ser utilizada por carros com taxa de compressão mais alta, normalmente os importados e os esportivos, por causa de sua maior octanagem - que evita a pré-ignição, também conhecida como "batida de pino". No caso de motores com baixa compressão, ela não proporciona nenhuma melhora de desempenho nem de economia. Assim como a aditivada, ela tem, em sua composição, detergentes e dispersantes.
Siga o manual :
O ideal, porém, é verificar no manual do proprietário de seu carro a gasolina recomendada pela montadora e sempre utilizar o mesmo tipo - e se possível a mesma marca - de combustível. Portanto, só altere o combustível que normalmente você usa em caso de necessidade, e retorne ao original o mais rápido possível. Não o faça pensando em fazer um "agrado" ao seu automóvel. A gasolina só oferece riscos ao seu motor se for velha ou adulterada.
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