quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

NÚCLEO EMPRESARIAL DE OFICINAS MECÂNICAS GUARABIRA: Auto Peças Pioneira realizou o I Pit Stop Automoti...

NÚCLEO EMPRESARIAL DE OFICINAS MECÂNICAS GUARABIRA: Auto Peças Pioneira realizou o I Pit Stop Automoti...: Na segunda-feira (19/12), a Auto Peças Pioneira (Oficina Pioneira) realizou o I Pit Stop Pioneira, na cidade de Lagoa de Dentro (PB). O...

Deu pane? Não entre em pânico

Os principais motivos que podem fazer um carro parar de funcionar – além de outros problemas corriqueiros – e as providências necessárias.

O CARRO PAROU. O QUE PODE SER?



BATERIA. Se a luz indicativa da bateria no painel estiver acesa, o problema pode ser com ela ou com o alternador, que pode estar com defeito ou quebrado. Quando isso acontece, a energia da bateria é usada até o fim sem que haja a reposição da carga. Levando o carro até um auto-elétrico, o problema será resolvido com uma recarga na bateria ou realizando-se sua troca. Se for o alternador, ele também pode ser recondicionado ou, em um caso mais grave, trocado.
BOBINA.Pode haver um superaquecimento da bobina, peça responsável por gerar a corrente de alta tensão que provoca a faísca nas velas. Quando isso ocorre, pode ser um sinal de desgaste da peça. Ela pára de produzir corrente e o carro não liga. O jeito é esperar que esfrie. Para acelerar o processo, desligue a chave, abra o capô e coloque um pano molhado sobre a bobina. Esperando cerca de dez minutos, o carro volta a ligar. Trata-se de uma solução de emergência. Assim que puder, passe em um auto-elétrico e troque a peça.
BOMBA DE COMBUSTÍVEL. Muitas vezes a bomba de combustível falha e não consegue mandar o líqüido na pressão ideal para o sistema. Em carros com injeção eletrônica, uma maneira de saber se ela está funcionando é fechar os vidros e tentar dar a partida. Nesse momento é possível ouvir o zumbido da peça funcionando. Se não escutar esse barulho, o problema certamente está na bomba. No caso de carro com carburador, pode-se desencaixar dele a mangueira do combustível e pedir a alguém que acione a partida. Normalmente, a gasolina sairá pela mangueira. Se isso não acontecer, ela está com defeito. Trocá-la é um procedimento rápido e que pode ser feito no local por um mecânico experiente.
CORREIA DENTADA. Ligada ao eixo do comando de válvulas, a correia é acionada pelo motor. Pode se partir, geralmente em movimento. À menor suspeita de que tenha se rompido, pare o carro e não tente dar a partida. A troca só deve ser feita em oficina ou concessionária. Mesmo assim, ajuda ter uma de reserva. Os fornecedores da peça recomendam sua substituição a cada 40 000 ou 50 000 quilômetros.
MOTOR AFOGADO. O motor pode parar de funcionar com o carro em movimento ou nem dar a partida. Ele pode ter ?afogado? por excesso de combustível. Provavelmente uma falha no sensor de temperatura provocou o problema. O afogamento ocorre com mais freqüência em carros equipados com carburador. Aguarde um tempo e experimente ligá-lo de novo. Se não der certo, chame a assistência técnica.
TAMPA DO DISTRIBUIDOR. Tampa do distribuidor trincada não deixa o carro funcionar. Quando isso acontece, a distribuição de energia para as velas fica prejudicada, ocasionando fuga de corrente elétrica. A solução é trocar a tampa, o que se pode fazer até sozinho com um mínimo de conhecimento sobre mecânica

PRÊMIO DESTAQUE 2011

A Injetcar (injeção e mecânica) foi contemplada com o Prêmio Destaque do ano 2011.
De acordo com pesquisas realizadas na cidade de GUARABIRA, a INJETCAR saiu em 1º Lugar no conceito de INJEÇÃO ELETRONICA, GRAÇAS a seu bom atendimento e capacidade de trabalho realizada com responsabilidade a seus clientes.
"Nós que fazemos parte da familia INJETCAR só temos a agradecer a CLIENTES e AMIGOS pelo reconhecimento de nosso trabalho, feito com atenção visando sempre

as nescesidades dos clientes e procurando sempre atende-las da melhor forma possível."

A INJETCAR AGRADECE. FELIZ 2012

Lançamento Fiat. Novo Panda

Panda e Uno sempre foram mais que irmãos de sangue na "famiglia" Fiat. Os dois compactos chegaram às ruas nos anos 80 e sempre foram muito parecidos entre si, já que ambos foram desenhados pelo estúdio Giugiaro. O tempo passou e os irmãos tomaram rumos diferentes: enquanto o Uno tinha uma vida de rei no Brasil, o Panda sofria com a concorrência dos modelos urbanos no Velho Continente. Mas não é que o parente europeu resolveu seguir os passos de seu irmão brasileiro?

É claro que os italianos não vão admitir, mas fica clara a inspiração no Uno brasileiro. O popular começou a ser produzido em Betim (MG) no ano de 2010, enquanto o Panda só agora chega ao mercado europeu. O conceito "round square" do Uno se repete no Panda. Dá para notar as semelhanças entre os dois de qualquer ângulo que se olhe: o desenho da tomada de ar frontal, o teto alto e as lanternas na coluna "C" são apenas alguns dos elementos que aproximam os compactos.

O aproveitamento de espaço é um dos pontos altos do Panda. Esta característica pode ser notada quando se entra na cabine, que acomoda até cinco pessoas com relativo conforto para um veículo que tem apenas 3,65 metros de comprimento. O interior, aliás, é uma das poucas partes do Panda que se distanciam do Uno. Os plásticos usados no acabamento têm qualidade bastante superior e as linhas do painel são mais elegantes. Os elementos quadrados marcam presença até nos comandos do ar-condicionado.

O Panda será oferecido com quatro opções de motorização, todas com apelo sustentável: 0.9 TwinAir aspirado, com 65 cv; 0.9 TwinAir Turbo (vencedor do prêmio ‘Motor Internacional do Ano 2011’), que rende 85 cv; 1.2 Fire a gasolina, com 69 cv; e o 1.3 Multijet II, com 75 cv e sistema start-stop de série. Nos próximos meses, o compacto vai ganhar os motores 0.9 TwinAir Turbo Natural Power, movido a gasolina e metano, e o 1.2 Easypower, que pode usar gasolina ou gás liquefeito de petróleo.

Ford revela o novo EcoSport

A Ford apresentou nesta quarta-feira, 4 de janeiro, o novo EcoSport. O utilitário esportivo foi exibido simultaneamente no Brasil e na Índia, onde acontece o Salão de Nova Déli, e ainda é um carro-conceito, mas será praticamente idêntico ao protótipo exposto aos jornalistas.


Chamado pela marca de “nova geração” – a empresa rechaça o rótulo de segunda geração –, o EcoSport em nada lembra seu antecessor. A tendência de estilo Kinetic, presente nos modelos mais recentes lançados pela Ford mundo afora, é levada ao limite no SUV. Aparentemente, o veículo está maior e mais largo. A frente tem linhas muito agressivas, com direito a uma tomada de ar frontal que lembra uma boca. Olhando de perfil, o EcoSport tem linha de cintura elevada e um vinco ascendente que marca a lateral. Atrás, as lanternas invadem a tampa do porta-malas, tomada pelo suporte do estepe. A abertura da tampa continua sendo lateral, sendo que a maçaneta fica embutida na lanterna direita. De acordo com o chefe de design da Ford, João Marcos de Oliveira Ramos, uma equipe de 80 designers trabalhou no projeto, que foi iniciado há três anos.

Poucas informações foram reveladas sobre o novo EcoSport, mas algumas pistas foram dadas. A versão topo-de-linha terá a mesma aparência do protótipo, com direito a faróis de LEDs, teto pintado de preto, apliques cromados e rodas de liga leve diferenciadas. Segundo a Ford, as configurações mais luxuosas devem concorrer com modelos de segmentos superiores, enquanto as opções de entrada vão bater de frente com os aventureiros urbanos e o Renault Duster, que já deixou o atual Eco para trás nas vendas mensais.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Injetcar injeção eletronica computadorizada


Trabalhamos com limpeza de bicos troca de oleo descarbonizaçao e mecanica em geral

Honda estabelece metas para virar referência em sustentabilidade

A Honda parece estar disposta a se firmar como uma das montadoras mais preocupadas com o meio-ambiente. Além de todas as tecnologias que equipam seus veículos, a montadora garantiu que pretende se tornar “referência em economia de combustível em todas as categorias” dentro de três anos.

Para atingir este objetivo, a Honda quer colocar em prática um plano chamado de “Earth Dreams Technology”. Trata-se de um conjunto de medidas que inclui o lançamento de novos motores a gasolina e diesel, transmissões (como o câmbio CVT, que oferece boa dirigibilidade e baixo consumo de combustível) e, como não poderia deixar de ser, a introdução de novos modelos híbridos e elétricos. Veja abaixo os pontos-chave da estratégia feita pela marca no desenvolvimento de tecnologias: